Importação de frango, arroz e óleo de palma, representaram 50% das necessidades de divisas em 2020

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Mário Caetano João disse, na 2ª Conferência sobre “Agricultura: produção nacional versus importação”, promovida pela revista Economia & Mercados, que, a partir de 2017, Angola “vivencia momentos de contracção” em relação a importação de bens alimentares, registando uma baixa das necessidades de importação de 2,5 mil milhões de dólares, para os actuais 1,7 mil milhões.

Bens de amplo consumo interno, como cereais, frutas, ovos, sal e bebidas, são produzidos no país, de acordo com a lista referida pelo secretário de Estado, que apontou dificuldades em relação à oferta nacional de frango, arroz e óleo de palma, que, em 2020, representaram 50 por cento das necessidades de divisas para importação.
O secretário de Estado  para a Economia solicitou que os investidores apostem nestes últimos produtos, à semelhança do que aconteceu em 2020, quando o financiamento à produção de milho, feijão, arroz e criação de animais aumentou entre 300 e 400 por cento.

Apontou como desafios, a melhoria do ambiente de negócio em Angola, tornando-o mais atractivo, além da elevação do investimento em infra-estruturas e o aumento da produtividade por via da formação e capacitação, bem como a elaboração de um quadro legal que promova as decisões de investimento empresarial.

Fonte: Jornal de Angola

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